A pergunta que todos fazem antes de instalar painéis solares: "quanto tempo demora a recuperar o investimento?" A resposta chama-se payback. E é aqui que se separa quem quer vender-lhe um número bonito de quem lhe quer entregar a verdade.
O payback é o tempo até a poupança na fatura igualar o investimento. Não há um número único — depende de cada empresa. Por isso a LEFE calcula-o sempre com dados oficiais: os seus consumos reais (E-Redes) e as tarifas em vigor.
O que é o payback
É o tempo até o sistema "se pagar a si próprio". A fórmula é simples:
O rigor está nos dois valores: o investimento tem de incluir tudo (equipamento, estrutura, mão de obra, projeto, segurança) e a poupança depende sobretudo do autoconsumo — quanta energia usa no momento em que a produz.
O payback "bonito" que muitas empresas mostram
A maior parte das propostas que recebe traz um payback atraente — feito para ganhar a venda, não para retratar a realidade. Usam médias otimistas, assumem autoconsumos irrealistas e contam com a venda de excedente para "fechar" as contas.
Depois de assinar, não há volta a dar. O sistema fica instalado, mas os números prometidos podem nunca se confirmar — e a poupança que esperava não aparece.
Como a LEFE faz diferente
Não estamos aqui para enganar ninguém. O nosso processo é o oposto do "número de folheto":
Mais do que a nossa palavra, são os exemplos que apresentamos todos os dias. Veja um caso real 👇
Um caso real: Caparosa
A Caparosa — Indústria de Meias, em Vila Nova de Famalicão, pediu-nos uma solução de autoconsumo. Estes são os números oficiais da proposta que entregámos.
De cada 100 kWh que os painéis produzem, cerca de 72 são usados no próprio momento — a energia mais valiosa, porque substitui diretamente a que a empresa teria de comprar à rede.
Repare: um payback de 3,3 anos não é um número inventado para impressionar — sai diretamente da análise dos consumos reais da Caparosa. É este o tipo de rigor que pode esperar de uma proposta LEFE.
O que influencia o payback
Porque variam os paybacks entre orçamentos
Porque cada empresa usa pressupostos diferentes. A diferença entre um número de folheto e um número real está aqui:
Antes de aceitar um orçamento, verifique
Desconfie do payback "bonito de mais". Um número realista, calculado com os seus dados e comprovado por casos reais, vale muito mais do que uma promessa que só se descobre falsa depois de assinar.
Conclusão
O payback só é útil quando é calculado com rigor e explicado com transparência. Preferimos mostrar as contas — e os projetos — a anunciar um número bonito. Quer saber o payback do seu caso, com os seus dados reais? Veja as nossas soluções e projetos, ou fale connosco para uma simulação personalizada.



