Comprar um carro elétrico é meio caminho para poupar nos combustíveis — mas a conta muda por completo consoante onde o carregas. Carregar num posto público rápido pode custar quase tanto como meter gasóleo. Carregar em casa já é bem mais barato. E carregar em casa com a tua própria energia solar? Aí o custo por quilómetro cai para perto de zero. Vamos ver, com contas simples, quanto se poupa — e como a LEFE junta as duas peças (carregador + solar) num só sistema.
Em resumo:
- 🔋 Um carro elétrico gasta, em média, cerca de 15 a 18 kWh por 100 km.
- 🏠 Carregar em casa é bastante mais barato do que num posto público rápido.
- ☀️ Carregar com excedente solar aproveita energia que, de outra forma, venderias à rede por muito pouco.
- 💰 Numa utilização típica (15.000 km/ano), a diferença entre posto público e solar pode passar de 800 € por ano (valor ilustrativo).
- 🔌 O ideal é um carregador inteligente que sincroniza o carregamento com as horas de maior produção solar.
Quanto gasta, afinal, um carro elétrico?
A conta começa no consumo. Um elétrico médio faz cerca de 15 a 18 kWh por 100 km. Para quem percorre 15.000 km por ano, isso dá qualquer coisa como 2.400 kWh/ano só para "abastecer" o carro. O que muda tudo é o preço a que pagas cada kWh:
- Posto público rápido: tipicamente na ordem dos 0,30 a 0,40 €/kWh — conveniente em viagem, mas caro no dia a dia.
- Em casa, da rede: à volta de 0,15 a 0,20 €/kWh (ainda menos em tarifa bi-horária, a carregar de noite).
- Em casa, com solar próprio: a energia que produzes e usas na hora praticamente não tem custo — e é energia que, de outra forma, venderias à rede por muito pouco.
A poupança, em números (exemplo ilustrativo)
Vamos pôr números redondos, para os mesmos 2.400 kWh/ano de um carro que faz 15.000 km:
| Onde carregas | Preço aprox. por kWh | Custo anual (2.400 kWh) |
|---|---|---|
| Posto público rápido | ~0,35 € | ~840 € |
| Em casa, da rede | ~0,18 € | ~430 € |
| Em casa, com solar | ~0,03 € (valor do excedente) | ~70 € |
São valores ilustrativos (variam com o carro, a tarifa e o teu perfil de utilização), mas mostram a ordem de grandeza: entre o posto público e o carregamento solar em casa, a diferença anda facilmente acima de 800 € por ano. Ao longo da vida do carro, são milhares de euros — que ajudam a pagar o próprio sistema solar.
O segredo: carregar nas horas de sol
Para aproveitares mesmo o solar, o carro tem de carregar quando os painéis estão a produzir — tipicamente a meio do dia. Quem tem o carro em casa durante o dia (teletrabalho, folgas, segunda viatura) aproveita ao máximo. Para os restantes, há duas soluções que a LEFE costuma combinar:
- ✅ Carregador inteligente: deteta o excedente solar e ajusta a potência de carga, para carregar sobretudo com o sol e não sobrecarregar a rede.
- ✅ Baterias: guardam o excedente do dia para carregar o carro à noite, com energia solar armazenada.
- ✅ Tarifa bi-horária: mesmo sem sol, carregar nas horas de vazio reduz bastante o custo da rede.
Solar + carregador: melhor juntos (e num só instalador)
A grande vantagem de tratar do solar e do carregador com a mesma empresa é que o sistema é pensado como um todo: o dimensionamento dos painéis já considera o consumo extra do carro, o carregador é escolhido para "falar" com o inversor solar, e a instalação elétrica fica preparada e segura. Na LEFE fazemos exatamente isso — do estudo à instalação e ao acompanhamento — para que a tua casa passe a "abastecer" o carro com o sol, em vez de pagar cada quilómetro à rede ou ao posto público.
Conclusão
Ter um carro elétrico é bom; carregá-lo com o teu próprio sol é o que torna a conta verdadeiramente imbatível. Se já tens (ou vais ter) um elétrico, vale a pena olhar para o solar e o carregador em conjunto — é onde está a maior poupança e o retorno mais rápido.
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