
Painéis solares não funcionam só com sol direto e não danificam o telhado quando bem instalados. Respondemos aos mitos mais comuns sobre energia solar.
Os mitos sobre painéis solares mais repetidos dizem que só produzem eletricidade com sol direto, que estragam o telhado, que precisam de limpezas frequentes e que só compensam em casas grandes. Nenhuma destas ideias corresponde à forma como a tecnologia funciona atualmente, e continuam a afastar famílias de uma solução que pode reduzir a fatura da eletricidade.
Neste artigo respondemos, um a um, aos mitos que mais ouvimos quando falamos com clientes que ainda estão a decidir se avançam para a energia solar. A maior parte destas ideias tem origem em experiências antigas, com equipamentos ou instalações de há uma década, e já não refletem a forma como um sistema solar é hoje dimensionado e instalado.
Não deixam de produzir, produzem menos. Os módulos fotovoltaicos captam também luz difusa, aquela que atravessa as nuvens, e continuam a gerar eletricidade em dias nublados ou chuvosos, apenas com um rendimento inferior ao dos dias de céu limpo. Portugal tem um dos níveis de irradiação solar mais elevados da Europa, o que ajuda a compensar os dias de menor produção ao longo do ano.
É por isso que o dimensionamento de um sistema solar tem sempre em conta a média de produção anual da região, e não apenas os dias de sol mais forte.
Quando a instalação é feita por uma equipa certificada, os painéis não danificam o telhado. A estrutura de fixação é escolhida consoante o tipo de cobertura (telha cerâmica, chapa, laje ou painel sandwich) e distribui o peso sem comprometer a impermeabilização. Na LEFE, cada projeto começa com uma visita técnica ao local para avaliar o telhado e escolher a estrutura correta antes de qualquer furo ser feito.
Não é preciso limpar os painéis com regularidade. A chuva já remove a maior parte do pó e da sujidade acumulada, e a inclinação da instalação ajuda a escorrer a água. Uma limpeza pontual, feita uma ou duas vezes por ano em zonas com muito pó ou perto de estradas, costuma ser suficiente. O que compensa mais é uma manutenção periódica ao sistema, que inclui verificar o inversor e as ligações, e que é diferente de lavar os painéis.
O tamanho da casa não é o fator que determina se compensa instalar painéis solares, o que importa é o padrão de consumo ao longo do dia. Uma casa pequena com consumo concentrado durante o dia, por exemplo com teletrabalho ou eletrodomésticos programados para as horas de sol, pode aproveitar tão bem o autoconsumo solar como uma casa maior. O dimensionamento do sistema é feito à medida do consumo real, e não do tamanho do imóvel.
Se vive na zona de Braga ou de Guimarães, a nossa equipa pode analisar o seu telhado e o seu consumo antes de propor qualquer solução.
Um sistema fotovoltaico sem baterias já reduz a fatura da eletricidade, ao substituir energia comprada à rede pela energia produzida em autoconsumo durante o dia. As baterias são um complemento que permite guardar o excedente para usar à noite ou em períodos de menor produção, e fazem mais sentido para quem tem consumos elevados fora das horas de sol ou quer maior independência da rede. Não são, porém, uma condição obrigatória para o investimento compensar.
A decisão de incluir ou não baterias depende sobretudo do perfil de consumo de cada casa ou empresa. Uma família que está fora durante o dia e concentra o consumo ao final da tarde e à noite tira mais partido de uma bateria do que uma casa onde a maior parte da eletricidade é gasta precisamente nas horas de maior produção solar.
Os módulos fotovoltaicos atuais, como os painéis Trina Solar instalados pela LEFE, têm uma vida útil longa e uma perda de eficiência muito gradual ao longo dos anos, coberta por garantias de desempenho dos fabricantes. A degradação natural do silício é lenta, e o sistema continua a produzir eletricidade de forma significativa muito depois de o investimento inicial já ter sido recuperado.
O valor do investimento varia consoante a potência do sistema, o tipo de telhado e os equipamentos escolhidos, por isso não existe um preço único para todas as casas. O que se pode dizer é que, quanto maior for o consumo diário durante as horas de sol, mais rápido o sistema tende a compensar. A forma mais fiável de perceber quanto custa e quanto tempo demora a compensar no seu caso é pedir uma análise ao consumo real da sua casa ou empresa.
Adiar a decisão à espera de um momento mais barato costuma sair mais caro do que avançar assim que o consumo justifica o investimento, porque cada ano sem sistema solar é um ano inteiro de faturas pagas na totalidade à rede elétrica.
A equipa da LEFE acompanha este tipo de avaliação em casas e espaços comerciais, e pode mostrar-lhe alguns dos projetos já instalados e os serviços disponíveis, do estudo inicial à manutenção do sistema.
Se ainda tem dúvidas sobre o que é mito e o que é realidade na energia solar, fale com a LEFE e receba uma análise ao seu caso concreto, sem compromisso.
A nossa equipa está disponível para esclarecer todas as suas dúvidas gratuitamente.
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